Papel, Caneta e Inspiração


    "Noah Baleywater saiu de casa ainda cedo, antes do sol raiar, antes dos cachorros acordarem, antes do orvalho parar de cair nos campos".

    Noah Baleywater é um garoto de oito anos que prefere fugir de casa a enfrentar seus problemas. Em sua fuga, Noah atravessa duas cidadezinhas e encontra uma magnífica árvore em frente a uma loja de brinquedos bizarramente construída, onde ele entra e conhece o dono do estabelecimento, um senhor franzino com a idade avançada.
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Richonne (Rick+Michonne) - The Walking Dead


    A maioria das pessoas já deve saber que eu gosto de ver briga na internet. Não porque eu sou uma menina sem nada para fazer, e sim pelo fato de que eu adoro ver essa gente chata se achando mais inteligente que os outros.
    Mas, um dia desses, eu acabei lendo uma "briga" sobre uma coisa que me chamou muita atenção: "SHIPPS".


   Pra quem não saber, shipp é:
O conceito de shippar um casal, torcer pela união dos mesmos.

    É uma coisa que eu adoro fazer nas horas vagas, quem nunca se diverte torcendo para duas pessoas ficarem juntas no final de um filme? Ou de um livro?
    Mas dessa vez, essa briga de shipps não era a comum briga de "Só por que EU shippo Larry (Harry Styles+Louis Tomlinson), nada mais é real" "Aí! Fica quieta, menina. Luiz e Eleonor era totalmente real!" e "Não! Luizinho sempre foi e sempre vai seu da Eleonoura" (Nomes escritos erroneamente propositalmente). Era um cara, bem machista por sinal (pelos comentários consegui ver que ele não era de boa índole), contra shippers. Ele dizia que "shipps estragam as séries e blá blá blá".

    Em primeiro lugar: Eu só queria colocar que, se você não gosta, é só não shippar. Shippar é como comida: Você só aprova o que você gosta! Pronto, fácil e simples.
    Não, shippar não faz ninguém retardado, não faz ninguém feminazi, não faz ninguém nada! Então se você não gosta, fica na sua e tá tudo resolvido.

    Nessa situação, o shipp era Carl e Ron, dois meninos de uma série de TV chamada The Walking Dead. Só uma pergunta para vocês meus queridos leitores fantasmas, ter um casal gay estraga a série, ou o livro, ou a novela? Acho que não, só torna ela mais real e mais interessante. Mas isso é assunto para outro post.
    Nos olhos daquele individuo mal-educado, casais no The Walking Dead estragam a série. Por quê? Porque The Walking Dead é uma série de "tiro e muito sangue". Sinto discordar senhor, mas TWD é puro drama, não sangue e tiro.



    E outra coisa, senhor B., se você estiver lendo isso, eu quero que saiba que a única retardada de todo aquele bando que estava discutindo com o senhor era eu, pois o único shipp sem noção é o shipp da minha mão na sua cara. Que no caso, é o meu OTP (One True Pairing - casal predileto).




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http://weheartit.com/entry/210268603/search?context_type=search&context_user=Anexe&query=books

    Eu tenho um blog desde sempre. Quer dizer, desde 2010.
    Mas existem peripécias na vida de uma blogueira, e uma das piores é: A Preguiça. Ainda mais quando se é uma menina de 10 anos de idade.
    Então, depois de cinco anos resolvi criar outro blog, por motivos simples: Eu gosto de escrever, nem que seja para ter apenas dois leitores (minha mãe e algum russo estranho que sempre tem em blogs brasileiros). 

    O primeiro passo para criar um blog é a coragem. Coragem de escrever e mostrar isso ao mundo. O segundo passo é o mais difícil, escolher um nome. Escolher esse nome foi inimaginavelmente difícil.
    Primeiro eu tentei o meu nome, Amanda Mello. Já tinha. Depois Sem Noção. Já tinha. Tudo o que eu tentava já existia. Depois comecei por nomes de coisas que eu gostava: "Chocolate verde"? Não. "Lasanha Azul?". Não. Assim todo mundo vai pensar que eu faço alguma coisa sobre comida. "Que tal 'Férias Verdes'?" Ok! Definitivamente nada com cores, tudo fica estranho.
    Então fui para nomes de músicas, que era algo clichê e até mesmo meio sem noção. "Amanda, pensa. Uma banda que goste? 5 Seconds Of Summer. Primeira música deles que vem á cabeça? Permanent Vacation - Férias Permanentes. OK! Nada com Férias no nome! Vai ficar horrível!". E depois de muita dor de cabeça eu escolhi Papel, Caneta e Inspiração. Por quê? Eu quero ser escritora! Eu sou escritora! E um escritor precisa apenas de papel, de caneta e de inspiração. Simples e prático.


    Depois de tudo isso vem o Layout. Isso eu nem preciso comentar.

    Eu sou horrível.
    Pelo menos não uso mais o Paint para fazê-lo e sim o Photoscape, que não é dos deuses, mas é umas vinte vezes melhor.
  
    E a segunda parte mais difícil, escrever.
    Escrever para si mesmo é fácil, mas em um blog, onde você escreve para umas cinco pessoas (e se você tem boa vontade, os números vão aumentando), é difícil. Sempre vai existir uma pessoa que não tem nada para fazer da vida que vai te criticar até você ter um surto.
    E qual é a parte boa de em 2015 todas as adolescentes terem acesso a um blog para escrever e usar como diário? Que elas podem publicar na hora que escrevem, e não depois que já morreram. Ou seja, o sucesso e a satisfação são imediatos. 
  


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Sobre mim
Eu, Amanda, 24 anos, artista, atriz, desenhista, figurinista e escritora nas horas vagas (ou em 90% do tempo). Canceriana, ENTP, leitora e, infelizmente, muito kpopper.

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